Belmonte: Professores voltam a protestar contra salários em atrasados - Cannes News

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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Belmonte: Professores voltam a protestar contra salários em atrasados


Na manhã desta quarta-feira (17/10) como já era esperado por todos os belmontenses, os profissionais da educação voltaram a parar as atividades. A falta de cumprimento do dever por parte da gestão municipal em pagar salários atrasados, fez com os professores saíssem as ruas para chamar atenção do gestor, que, ainda não pagou o salário da categoria. O clima tá tão quente neste momento, que já estão pedindo a renúncia do prefeito.
Nas redes sociais fala-se muito que os educadores estão se sentindo humilhado pelo gestor ao ter que cobrar [reivindicar], seus salários atrasados. O prefeito capitão está fazendo dos professores o que ele bem quer. Os educadores são vítimas da perversa gestão.
Desde fevereiro deste corrente ano que os professores vêm reclamando da situação. Na data do dia 26 do citado mês uma Assembleia foi realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), quando na oportunidade já buscavam fazer o movimento grevista, mas sem êxito. Segundo as informações foram inúmeras as negociações ocorridas entre o Executivo Municipal e a direção da APLB. Principal assunto era o pagamento dos retroativos do piso salarial. A parada é um pedido ao cumprimento da Lei 11.738 de 16 de julho do ano de 2008.
O prefeito vem batendo recorde de reclamações, em 2017 a APLB – Associação dos Professores Licenciando da Bahia de Funcionários Públicos Municipal de Belmonte já havia cobrado do mesmo pode executivo, reajuste salarial de 7.64, com valor que passava de (Dois mil cento e trinta cinco e sessenta e quatro centavos) R$ 2.135,64 para (Dois mil cento duzentos e noventa e oito e oitenta centavos) R$ 2.298.80 reais, baseado no Art. 5º que estabelece a atualização anual do piso nacional do magistério. A prefeitura teria que pagar no primeiro dia do mês por serem funcionários celetistas. A uma informação que a categoria decidiu derrubar o acordo do 5º dia útil e deliberou em assembleia que os profissionais da educação terão que receber no primeiro dia útil do mês. Existe a possibilidade de uma greve automática caso o pagamento não esteja no primeiro dia útil.
Nesta quarta-feira a passeata saiu pelas ruas do centro da cidade, onde ocorreu um ato de protesto para expressar que cada profissional pudesse expressar a sua revolta. Um abraço a simbólico foi dado no prédio da prefeitura. Por telefone uma pessoa que entrou em contato com o site CANNES NEWS, disse que a coisa poderá ficar bem pior, pois segundo ela uma sombra páira no ar. Ainda segundo ela, seria melhor que a população fizesse uma grande manifestação pedindo a intervenção do Ministério Público (MP), como também do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), além da intervenção do Poder Legislativo da cidade.

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